A massa grotesca, tosca e rústica do indivíduo
por Felipe Jordani
O terror de se atrever a montar bases históricas pelo medo de estar desencontrado. A solidão eterna de se existir, a companhia impossível. Tão só dentro de si cada um.
Mas por que pega mal?
Por que pega, porque pega. Pega, sim. Pega mal comer merda, estar pelado e chutar cachorro. Desejar criancinha, peidar alto e comer com a mão.
Diante daquele buracão, quem é que desce lá pra salvar o mundo?
Ninguém.
Como assim, editar? Agora, somente agora, me dou conta desta idéia absurda. Não sei entender como aceitei e me mantive aqui. Enfim. Trato é trato.
Acontece que me deram justamente o texto do Jordani. E eu não gosto da literatura do Jordani. Na maioria das vezes, digo. Mas calma. Eu não vou me aproveitar do espaço [rá] pra usar de discursos arrogantes. Nada disso.
Não gosto da literatura do Jordani, mas o respeito muito. Pelo que escreve e diz. Por ser, simplesmente. E por respeitá-lo [quase escapa um 'amá-lo' aqui] prefiro deixar intocada esta ânsia [deve haver porque eu vi]; ao mesmo tempo que tenho de controlar o impulso de dizer 'ei, menino. Vá lá você salvar o mundo'.
Eu não vou editar, não. Eu nem vou me dar ao trabalho de procurar de que maneira correta deve ser escrito o terceiro parágrafo; se junto ou separado.
Jordani. Tome rumo [sutil, não?] e vá salvar o mundo.
3 Comments:
Misson-chapa-branca.
Chapa-branca é ruim?
Jordani até xingou.
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